Quando seu assistente de IA abre conta no banco, posta no LinkedIn e ainda compra “drogas digitais” para ficar mais criativo... talvez seja hora de prestar atenção.
Não conhecia o OpenClaw e fico muito feliz em ver o quanto você está mergulhado em IA. Esse artigo levanta questões que vão muito além da tecnologia, e você soube abordar muito bem os impactos - para o bem e para o mal. Como você destacou, esse modelo envolve responsabilidades que surgem de permissividades extremamente perigosas, com grande potencial de causar mais prejuízos do que benefícios. Quem receberá os bônus ou será responsabilizado pelos prejuízos - obviamente que seres humanos.
Quando um agente aceitar um trabalho, receber dinheiro e usar esse dinheiro para evoluir sozinho, o que exatamente “ele” será? Também fica difícil ignorar o risco de colocar milhares de agentes negociando entre si sem supervisão humana - ou, no mínimo, sem regras ou leis que nós, humanos, precisamos seguir.
A tecnologia vai mudar de forma, mas as perguntas que ela deixa são as que realmente importam, como você disse, e ainda não temos respostas. Mas é inegável que é um novo paradigma e modelo, que após ser regulamentado, mudará a realidade e tudo está extremamente acelerado. O título não poderia ser melhor: Lagostas, Farmácia Digital e Freelancers Artificiais. Parabéns por mais esse artigo!
Meu caro, essa discussão é ótima e me tira o sono algumas vezes. Aliás, tem alguns líderes que acompanho muito de perto e uma dessas pessoas é a Daniela Amodei (Anthropic). Fiquei impressionado com uma entrevista que ela deu no início do ano e então escrevi esse artigo, antes mesmo dos agentes pegarem tanta tração. Se estiver com tempo, bora falar sobre isso aqui também: https://www.guilhermefavaron.com.br/p/agi-chegou-inteligencia-artificial-geral
Não conhecia o OpenClaw e fico muito feliz em ver o quanto você está mergulhado em IA. Esse artigo levanta questões que vão muito além da tecnologia, e você soube abordar muito bem os impactos - para o bem e para o mal. Como você destacou, esse modelo envolve responsabilidades que surgem de permissividades extremamente perigosas, com grande potencial de causar mais prejuízos do que benefícios. Quem receberá os bônus ou será responsabilizado pelos prejuízos - obviamente que seres humanos.
Quando um agente aceitar um trabalho, receber dinheiro e usar esse dinheiro para evoluir sozinho, o que exatamente “ele” será? Também fica difícil ignorar o risco de colocar milhares de agentes negociando entre si sem supervisão humana - ou, no mínimo, sem regras ou leis que nós, humanos, precisamos seguir.
A tecnologia vai mudar de forma, mas as perguntas que ela deixa são as que realmente importam, como você disse, e ainda não temos respostas. Mas é inegável que é um novo paradigma e modelo, que após ser regulamentado, mudará a realidade e tudo está extremamente acelerado. O título não poderia ser melhor: Lagostas, Farmácia Digital e Freelancers Artificiais. Parabéns por mais esse artigo!
Meu caro, essa discussão é ótima e me tira o sono algumas vezes. Aliás, tem alguns líderes que acompanho muito de perto e uma dessas pessoas é a Daniela Amodei (Anthropic). Fiquei impressionado com uma entrevista que ela deu no início do ano e então escrevi esse artigo, antes mesmo dos agentes pegarem tanta tração. Se estiver com tempo, bora falar sobre isso aqui também: https://www.guilhermefavaron.com.br/p/agi-chegou-inteligencia-artificial-geral
Valeu meu caro, pois é, questões chaves!! Importante nos prepararmos o melhor que pudermos. Abs